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Quanto subiu o que o seu restaurante compra

Quanto subiram, num ano, os preços do que um restaurante compra — peixe, carne, azeite, pão, eletricidade, gás — com os dados mais recentes do INE, atualizados todos os meses.

Variação em agosto de 2026, face ao mesmo mês do ano anterior

ProdutoVariação num ano
Peixe fresco+9,6%
Água engarrafada+4,3%
Carne fresca+3,9%
Pão e padaria+3,3%
Cereais, arroz e massas+2,4%
Gás+2,4%
Produtos alimentares (total)+2,2%
Vinho+1,9%
Ovos+1,7%
Cerveja+1,7%
Marisco+1,0%
Leite, lacticínios e ovos+0,5%
Eletricidade+0,4%
Refrigerantes-0,1%
Queijo-0,2%
Fruta-0,7%
Legumes e hortícolas-1,4%
Óleos vegetais (inclui azeite)-1,8%
Café-2,2%

Fonte: INE, Índice de Preços no Consumidor (base 2025), taxa de variação homóloga, Portugal. São preços no consumidor; os que um restaurante paga ao fornecedor podem ser diferentes. Atualizado automaticamente quando o INE publica um mês novo.

O que isto quer dizer para a sua margem

No mesmo período, os preços cobrados em restaurantes e cafés variaram +6,7% e os produtos alimentares +2,2%. A média do país esconde muito: o que conta é o que acontece aos preços que o seu restaurante paga, e se a sua carta acompanhou.

Peixe fresco: +9,6% num ano. Se o preço do prato ficou igual, a diferença saiu inteirinha da margem. É por isso que o food cost tem de ser revisto com os preços de hoje — ver como se calcula o food cost.

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